# vidalou
cá entre nós, vida lou
ca.
Dia de jogo, Noite de bebedeira.
Casa de amigos.
e tudo bem, e tudo bem, e tudo bem.
Depois,
Recife Antigo.
e tudo bem, até.
passar mal, zonzo e .
urghhh (vomitar)
Não fosse um detalhe: um colchão.
Fui numa esquina e, para não sujar todo o chão do local, vomitei em cima de um saco preto de lixo!
Bom, até ali era um saco de lixo.
Uma mulher ensandecida veio me dizer, em pleno "rauurghh", que eu estava sujando o colchão em que sua filha iria dormir (e que supostamente estaria lá dentro do tal saco de lixo preto* supostamente porque não vimos o colchão em nenhum momento)
Tentei me explicar.
"é um saco de lixo, senhora"
Não importava, ela queria dinheiro.
"eu quero meu dinheiro! meu colchão, mneu colchão!!!"
De repente, ela chamou um cara lá, pra nos "cobrar".
(Imaginemos a delicadeza da cobrança: "vai limpar o colchão, vai pagar! eu acabei de sair da cadeia, matei gente e o serviço não é difícil! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! " e vários agarrões e puxavancos.
Tudo girando nessa loucura, gente olhando.
Aí um policial gordinho, bigodudo e leso chegou e ficou arbitrando a situação, ou melhor, esperou que nos resolvessemos.
A resolução: 20 reais.
Não sem antes eu ser acusado por um cara que estava olhando a confusão de "atentado ao pudor". vá entender!
Por fim, o gordinho silencioso (o policial) nos acompanhou até a ponte do cais, para pegarmos o ônibus.
acho que é isso.
ao menos é o que minha cabeça registrou
entre a mente etílica e assustada
(e sã, na confusãopassalombra)
ca.
Dia de jogo, Noite de bebedeira.
Casa de amigos.
e tudo bem, e tudo bem, e tudo bem.
Depois,
Recife Antigo.
e tudo bem, até.
passar mal, zonzo e .
urghhh (vomitar)
Não fosse um detalhe: um colchão.
Fui numa esquina e, para não sujar todo o chão do local, vomitei em cima de um saco preto de lixo!
Bom, até ali era um saco de lixo.
Uma mulher ensandecida veio me dizer, em pleno "rauurghh", que eu estava sujando o colchão em que sua filha iria dormir (e que supostamente estaria lá dentro do tal saco de lixo preto* supostamente porque não vimos o colchão em nenhum momento)
Tentei me explicar.
"é um saco de lixo, senhora"
Não importava, ela queria dinheiro.
"eu quero meu dinheiro! meu colchão, mneu colchão!!!"
De repente, ela chamou um cara lá, pra nos "cobrar".
(Imaginemos a delicadeza da cobrança: "vai limpar o colchão, vai pagar! eu acabei de sair da cadeia, matei gente e o serviço não é difícil! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! " e vários agarrões e puxavancos.
Tudo girando nessa loucura, gente olhando.
Aí um policial gordinho, bigodudo e leso chegou e ficou arbitrando a situação, ou melhor, esperou que nos resolvessemos.
A resolução: 20 reais.
Não sem antes eu ser acusado por um cara que estava olhando a confusão de "atentado ao pudor". vá entender!
Por fim, o gordinho silencioso (o policial) nos acompanhou até a ponte do cais, para pegarmos o ônibus.
acho que é isso.
ao menos é o que minha cabeça registrou
entre a mente etílica e assustada
(e sã, na confusãopassalombra)
